quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Em visita à Monsuaba, vice-prefeito avalia locais de deslizamentos e necessidade de reforma no CEM





A Prefeitura de Angra tem buscado ampliar os canais diretos entre o poder público e a população nesta nova gestão, buscando maior proximidade com os moradores do município. Na quarta-feira, dia 16, enquanto a prefeita Conceição Rabha abria as portas do Gabinete na sede do governo municipal para o atendimento ao público, o vice-prefeito Leandro Silva visitou a Monsuaba e viu de perto alguns problemas do bairro, como pontos de deslizamentos, falta de iluminação, capina, quebra-molas, além de buracos nas pistas e calçadas.

  – A Monsuaba foi deixada em uma situação lastimável. O bairro estava sem manutenção. Estamos reestruturando os serviços públicos e para isso precisamos saber quais são as principais demandas. Em seguida, vamos destrinchar essas demandas com as devidas secretarias – explicou Leandro.

     O vice-prefeito esteve acompanhado do vereador Jairo do Posto. Ambos percorreram várias ruas e conversaram com os moradores. Junto com eles estavam o administrador da Regional da Monsuaba, João Campos de Souza, e seu adjunto, José Pereira dos Santos.

     Dentre os problemas vistos, os danos causados pelas chuvas foram constantes. Há pontos de deslizamentos em estradas e próximo a residências que serão avaliados pela Defesa Civil e Secretaria de Obras. De acordo com Leandro, em alguns desses locais serão necessárias intervenções de contenção.

 A ponte que ligava a rua Francisco Cesário Alvim à Rua Projetada cedeu por causa das chuvas. Na rua Expedicionário José Cordeiro, algumas casas sofrem com o risco de deslizamentos. Na rua Ceciliano Leontino de Carvalho, os deslizamentos ameaçam a pista. Já a Rua do Canal tem problemas com a iluminação e canaletas abertas.

   Leandro também visitou o Centro de Especialidades Médicas do bairro. Os moradores reclamam da estrutura da unidade. O local sofre com goteiras e infiltrações. O problema foi agravado com as fortes chuvas. A sala de arquivo foi uma das que mais sofreu e ficou alagada.

     – Quanto ao número de médicos o posto é bem atendido, mas a estrutura está péssima. A unidade tem funcionado a contento da comunidade, até certo ponto, mas é preciso dar melhores condições de trabalho aos profissionais e de atendimento aos usuários. Estamos fazendo uma análise da situação e vamos comunicar à Fusar – afirmou Leandro.